Frases sobre ‘Ceará’

Sasha Grey – Playboy

Eu era a virgem mais velha entre todas minhas amigas.

Sasha Grey (Marina Ann Hantzis)
Atriz pornô brasileira nascida em Fortaleza/Ceará

Fonte: http://translate.google.com.br/translate?u=http://www.film.com/celebrities/sasha-grey/story/interview-sasha-grey-talks-girlfriend/28257312&sl=en&tl=pt&hl=&ie=UTF-8

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Homenagem a Felipe Gaúcho

Hoje eu tenho um padrão confortável de vida, conquistado sobre o teclado.

Felipe Vieira Silva
( Coordenador do CEJUG )

+ 5 de março de 2010

Fonte: http://www.jpaulo7.com.br/?p=105

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Existir – Florent Amodio

Foi minha primeira competição importante. Agora eu existo. Eu mostrei que eu estava lá (…). Vamos ver o que a vida traz depois.

Florent Amodio

Fonte: ( www.lalsace.fr )

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Brasil – Florent Amodio

O Brasil é meu pais de origem, então é importante neste momento, ter o Brasil comigo também.

Florent Amodio

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Fé, Esperança e Caridade – Quintino Cunha

No Ceará, o sujeito nasce na Fé, cresce na Esperança e morre na Caridade.

Quintino Cunha

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Biografia de Quintino Cunha

Quintino Cunha
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Se procura o bairro, consulte Quintino Cunha (Fortaleza). José Quintino da Cunha (Itapajé, 24 de julho de 1875 – Fortaleza, 1 de junho de 1943) foi um advogado, escritor e poeta cearense.

Bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Ceará em 1909, onde começou a exercer a profissão de advogado criminalista. Foi deputado estadual entre 1913 e 1914.

Ficou bastante conhecido por seu estilo irreverente e carismático, também lembrado pelas anedotas que contava.

José Quintino da Cunha. Nasceu em 24 de fevereiro de 1875, em São Francisco de Uruburetama, hoje município de Itapajé. Quintino Cunha, advogo e poeta – O “Bocage” cearense – ficou famoso por seu jeito moleque, suas “tiradas”, sua alegria contagiante e sua sensibilidade. Boêmio, assíduo freqüentador das rodas de bate-papo na Praça do Ferreira, no Passeio Público, nos antigos cafés Java, Art nouveau, Glória e Riche, declamava versos e discutia sobre arte, literatura e política. Seu talento jornalístico aflorou cedo. Já aos 11 anos, estreou na imprensa, redigindo “O Álbum” e colaborando no jornal “O Cruzeiro”, ambos de Baturité. Aos 16 anos, escreveu “O Cabeleira”, homônimo de Franklin Távora, ressaltando o lado humano do temido personagem Cabeleira. Estudou no Ginásio Cearense, então dirigido pelo Professor Anacleto Cavalcanti e na Escola Militar. Depois de alguns anos atuando como rábula, cursou a Faculdade Livre de Direito do Ceará. Aceitava os casos mais difíceis de defesa e mesmo assim, conseguia sucesso. Foi Deputado Estadual, ocasião em que defendia fervorosamente a melhoria da instrução do povo e onde lutou contra a extinção da Faculdade de Direito, então cogitada na Assembléia. Residia na Av. Visconde do Rio Branco, 3312 quando faleceu, na madrugada de 1º de junho de 1943. Em seu túmulo, a citação: “O Padre Eterno, segundo / refere a História Sagrada / Tirou o mundo do nada / e eu nada tirei do mundo”.

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